O baile.
A dança, a festa, o flerte.
Na gafieira, no Copa ou no Grajaú. Quem não viu este filme, precisa ver. Este é o motivo central da orquestra “Flor do Manacá”, nome da gafieira emblemática de Niterói, nos glamourosos anos 50.
O ambiente, com algumas diferenças de estilos e perfumes vai do Madureira Tênis Clube (que não tinha quadra de tênis). Até o Caiçaras (Lagoa), passando pelo Tijuca Tênis Clube, cujos salões são animados até hoje pela resistente Tabajara, de Severino Araújo.
O repertório.
Baseado nos clássicos das bandas de salão, que nos remete ao Samba Puladinho, passando pelo nosso imaginário Tropical, que vai de Babalú até o latino de Santana a Rita Lee.
Os músicos são cobras criadas. (no baile de orquestra não dá pra enganar). O cenário pode mudar, mas o piso tem que ser liso para o rodopio, de preferência com saias rodadas. (sem acrobacias, por favor).
Estão aí os ingredientes e temperos. Não falta nada. Pois então, Vamos ao Baile.